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Parkinson depois dos 60 anos em BH: geriatra, fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional em um único plano de cuidado

O Parkinson pode afetar o equilíbrio, a marcha, a fala, a deglutição e a autonomia nas atividades do dia a dia. Por isso o acompanhamento costuma envolver diferentes profissionais. Na Mais60, o geriatra coordena esse cuidado e, quando necessário, integra fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, nutrição e outros especialistas para oferecer um atendimento individualizado.

Comparativo

Neurologista e geriatra: qual o papel de cada um no tratamento do Parkinson?

Neurologista

É o especialista no diagnóstico e no tratamento das doenças do sistema nervoso, como o Parkinson. Atua na confirmação do diagnóstico e na definição e no ajuste do tratamento específico da doença.

Geriatra da Mais60

Acompanha a saúde da pessoa de forma integral. Além do Parkinson, avalia outras condições que influenciam a qualidade de vida, como hipertensão, diabetes, osteoporose, alterações cognitivas e risco de quedas. Também coordena o plano de cuidados quando outros profissionais da equipe precisam entrar.

Na prática, neurologista e geriatra atuam de forma complementar. Enquanto o neurologista acompanha os aspectos específicos do Parkinson, o geriatra integra esse cuidado às demais condições de saúde.

Reabilitação

Por que a fisioterapia é indispensável no Parkinson?

Os medicamentos ajudam a controlar muitos dos sintomas do Parkinson, mas não substituem a reabilitação. A fisioterapia trabalha equilíbrio, marcha, mobilidade, força e prevenção de quedas, o que ajuda o paciente a manter autonomia e qualidade de vida por mais tempo.

Na Mais60, o fisioterapeuta atua de forma integrada com o geriatra e os demais profissionais, adaptando o plano de cuidados conforme a evolução de cada paciente.

Equipe integrada no cuidado do Parkinson
Geriatra: coordenação geral e interação de medicamentos
Fisioterapia: equilíbrio, marcha e rigidez
Fonoaudiologia: deglutição e voz
Terapia Ocupacional: autonomia no dia a dia
Farmacêutico Clínico: ajuste de medicação e interações
Atenção

Por que a disfagia é comum no Parkinson?

O mesmo processo neurológico que provoca tremor e rigidez nos braços e nas pernas alcança os músculos usados para engolir. Por isso a dificuldade de deglutição é comum no Parkinson ao longo da doença. Na Mais60, o fonoaudiólogo passa a avaliar a deglutição já nas fases intermediárias, junto com o nutricionista, que ajusta a consistência dos alimentos.

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Perguntas frequentes

Dúvidas sobre Parkinson

Parkinson tem cura?
Não, mas o tratamento multidisciplinar controla sintomas e preserva qualidade de vida e autonomia por mais tempo.
A Mais60 atende Parkinson pelo convênio?
Sim, pela Unimed BH, Fundaffemg, Desban e pelo Mais60 Essencial.
Em que fase devo procurar a equipe?
Quanto mais cedo, melhor: o acompanhamento multidisciplinar desde o início retarda a perda funcional.
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