Tem expertise na fisiopatologia do Parkinson e nos medicamentos dopaminérgicos. É o especialista indicado para o diagnóstico e ajuste fino do tratamento neurológico específico.
Tem expertise em gerenciar o paciente que tem Parkinson e mais outras condições simultâneas. Em idosos com Parkinson associado a demência, hipertensão, diabetes e osteoporose, o geriatra tem a visão mais completa: a levodopa pode piorar a hipotensão postural num paciente já hipotenso, e o geriatra gerencia essas interações.
Na prática, os dois trabalham juntos: o geriatra coordena o plano geral enquanto o neurologista acompanha os aspectos específicos da doença.
Os medicamentos dopaminérgicos controlam sintomas mas não impedem a progressão das alterações motoras. A fisioterapia retarda a perda funcional que os medicamentos não conseguem prevenir: treino de equilíbrio reduz quedas, treino de marcha melhora segurança, exercícios de mobilidade combatem a rigidez. Na Mais60, quando o farmacêutico altera a dosagem de levodopa, o fisioterapeuta adapta o programa no mesmo dia.
A disfagia afeta uma parte relevante dos pacientes com Parkinson ao longo da doença. O processo neurológico que causa tremor e rigidez nos membros afeta também os músculos envolvidos na deglutição. Na Mais60, o fonoaudiólogo avalia a deglutição desde as fases intermediárias, com protocolo integrado ao nutricionista, que adapta a consistência dos alimentos.
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